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No dia 29 de agosto é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Essa data tem o objetivo de mobilizar as pessoas quanto aos malefícios causados pelo tabagismo e aumentar a conscientização sobre os efeitos nocivos e letais do uso do tabaco em qualquer uma de suas formas para a saúde, proteger as pessoas do fumo passivo e aumentar e estimular o acesso aos serviços oferecidos que auxiliam a parar de fumar.

De acordo com a Assistente Social do Serviço de Controle, Prevenção e Tratamento do Tabagismo (Secoptt), do Pronto Atendimento Médico (PAM Marechal), Alessandra Reis, hoje “o tabagismo é reconhecido como uma doença crônica causada pela dependência à nicotina presente nos produtos à base de tabaco. Trabalhar a prevenção à iniciação e oferecer tratamento aos que desejam parar de fumar é uma importante estratégia de controle do tabagismo”, explica a Assistente Social.

Além disso, ela ressalta que o cigarro contém mais de 7 mil substâncias nocivas, como por exemplo, a amônia, que é usada para potencializar os efeitos da nicotina e causar maior dependência; o arsênico que é veneno; a naftalina que é usada para matar baratas dentre essas substâncias.

Fatores de risco e a Covid-19

Segundo Alessandra, o tabagismo é um fator de risco para a doença coronariana, acidente vascular cerebral e doença vascular periférica. As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte em todo o mundo, e o uso de tabaco e a exposição ao fumo contribuem para cerca de 12% das mortes por doença cardíaca. Ela também explica que o uso do tabaco é a segunda causa de doenças cardiovasculares, após pressão arterial elevada.

Em relação à Covid-19, fumar também é um fator de risco para quem contrai a doença, já que há um possível comprometimento da capacidade pulmonar. As pessoas que fumam têm maior risco de infecção por Covid-19 e possuem mais chances de desenvolver sintomas graves da doença.

Benefícios do tratamento

Alessandra também explica que, “quanto mais cedo a pessoa parar de fumar, menor o risco de adoecer. Parar de fumar sempre vale a pena em qualquer momento da vida”. Ela ainda conta que, ao deixar de fumar, os benefícios à saúde são imediatos: após 20 minutos, a pressão sanguínea e a pulsação voltam ao normal. Após duas horas, não há mais nicotina circulando no sangue do fumante. Após 8 horas, o nível de oxigênio no sangue se normaliza e, de 12 a 24 horas após o último cigarro, os pulmões já funcionam melhor.

Ela ainda reforça que quem deseja parar de fumar e necessita de ajuda deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) do seu bairro, e os moradores de áreas descobertas devem ligar para o Secoptt. Já o tratamento completo tem a duração de seis meses. Inicialmente, são realizadas reuniões semanais, depois quinzenais e mensais. Além disso, o eixo central do tratamento é a abordagem cognitivo comportamental, ou seja, a intenção é preparar o tabagista para lidar de maneira mais adequada com as emoções e sentimentos, de modo que não faça mais uso do cigarro e o treinamento de habilidades comportamentais. Ao mesmo tempo, caso haja necessidade, é oferecido o apoio medicamentoso avaliado em consulta médica de forma individual e presencial.

Ela finaliza explicando que, “o Secoptt alerta sobre a necessidade da prevenção da iniciação entre os jovens e reforça a importância da cessação do cigarro, principalmente neste momento de pandemia, visto que fumantes provavelmente enfrentam sintomas mais graves se infectados pelo novo coronavírus, levando a hospitalizações e mortes prematuras”.

Outras informações:
3690-7714, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13 às 16h.

Ouça outras informações no podcast Acontece JF.


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